O Collider tem uma entrevista com Michael Sheen sobre os seus vários projectos cinematofráficos, entre eles 'Lua Nova'.
Há poucas horas atrás conversamos com Michael Sheen a repeito do seu novo filme, “The Damnes United”. Enquanto falávamos sobre o seu próximo filme, tive a oportunidade de lhe perguntar sobre outros projectos como 'A Saga Crepúsculo: Lua Nova', “Tron Legacy”, “Alice no País das Maravilhas” e “Underworld”.
A primeira coisa que Michael me disse foi que tem ouvido rumores sobre uma 4 sequela de 'Underword' mas ninguém o contactou ainda. Então quando fafámos sobre o próximo filme de Crepúsculo, 'Lua Nova', revelou que a razão principal porque aceitou o papel de Aro foi a sua filha.
Perguntei também sobre o seu trabalho em 'Tron Legacy' e disse-me que adorou o primeiro filme e que a sequela foi praticamente em cenários reais e não em telas verdes.
Estiveste num filme de sucesso 'Underworld', assim pergunto-me se têm falado de um 4º filme?
Ninguém me falou diso. Eu ouvi um rumor de alguém que disse que se poeria fazer uma 4ª sequela, mas realmente ninguém me contactou.
Então, continuando com ‘Lua Nova’, estavas nervoso por conseguir esse papel por que já tiveste com um papel parecido, ou estavas entusiasmado com o papel? Como ocorreu o processo e como foi trabalhar num filme tão comentado?
Eu estava entusiasmo principalmente porque sabia que faria minha filha muito feliz. Na verdade essa foi a principal razão. E então li os livros e realmente gostei. Não pensei que gostaria, mas realmente adorei. Depois fiquei preocupado com os fãs de ‘Crepúsculo’ ficarem, “Mas ele interpretou um lobisomem, não podemos vê-lo como um vampiro”. Mas não foi assim. E por ser um papel totalmente diferente, poderia realmente perder-me nele, e se tudo desse certo as pessoas não se importariam de eu ter participado nessa outra franquia de lobisomens/vampiros. Então quando fui fazer, adorei a personagem. Apreciei a oportunidade de fazer parte daquilo. Agora estou muito contente por ter uma nova geração de pessoas que eu posso assustar.
Mencionaste a tua filha. Disseste no ‘New York Post’que ela estava um pouco chateada quando conseguiste o papel.
Bem, eu acho que ela sentiu uma grande combinação de emoções. Acho que estava um pouco emocionada demais por eu fazer parte disso. Acho que ela estava muito animada, mas, ao mesmo tempo, lembrei-me de quando tinha, dez, onze anos. Se havia alguma coisa que eu realmente gostava, a última coisa que eu iria querer era que meus pais envolvidos naquilo. Isso é desagradável. Ela estava muito animada e até chorou quando contei para ela. Acho que era sua fantasia a misturar-se de repente com a realidade. Ela não sabia o que sentir sobre aquilo. Ela bateu-me e pontapeou-me. De facto foi a mãe dela que falou “É porque isso é uma coisa que é tua e agora o teu pai está envolvido? E ela disse”Sim”. Então foi a mãe dela que compreendeu isso. Mas então, ela acalmou-se rapidamente e ficou muito animada com a estreia.
Como encontraste o teu coelho branco interior?
Todos temos um animal branco fofo dentro de nós. É um papel tão irônico que não senti que precisaria fugir muito dos padrões. Foi algo como fluir por ele. É um grande papel e uma óptima história. “Alice no País das Maravilhas” e “Peter Pan” foram as primeiras histórias que tiveram um grande impacto em mim enquanto eu estava a crescer e que me marcaramm até hoje. Então ser parte da versão de Tim Burton foi um sonho
Já que esse guião é um clássico, abordaste isso como se fosse um “Hamlet”?
É algo como um ícone cultural, tu sabes que está a ir por esse caminho. Mas a versão de Tim não é a história original. É tudo que tu quiseres em “Alice no País da Maravilhas” mas é um pouco distorcido como todos os filmes do Tim Burton. Não é como se fosse algo que eu já tinha feito.
Fonte: TP
sábado, 3 de outubro de 2009
Assinar:
Postar comentários (Atom)



























Nenhum comentário:
Postar um comentário