
Lê o que aconteceu durante a conferência de imprensa para Lua Nova da Saga Crepúsculo! Como vocês sabem encontramo-nos com Kristen Stewart, Rob Pattinson e Taylor Lautner no Comic-Con e conseguimos um lugar na conferência de imprensa. Aqui está a entrevista completa. Tomem nota que teremos mais entrevistas com as estrelas vindo no final de semana. Divirtam-se Twihards!
Como é para vocês os três voltar ao Comic-Con este ano?
Lautner: É bom. É entusiasmante. Acho que no ano passado o Comic-Con foi o que nos abriu os olhos então é óptimo voltar e abraçar todos os nossos fãs de novo por tudo que eles fizeram no ano passado.
No livro, apesar de deixares Bella fazes parte quase que integral dos pensamentos dela. Eu sei que isso pode ser um desafio de passar no ecrã. Como é que tu e o realizador Chris Weitz fizeram isso?
Pattinson: Bem, é através de um processo. É só uma voz. Edward é apenas uma voz no livro, e acho que isso ia ficar sem graça se fosse só a minha voz. Eles fizeram essas alucinações, as aparições semi-visíveis.
Stewart: É sugestivo. É como ela se lembra dele, não necessariamente como ele realmente é.
Taylor, podes falar sobre a transformação de Jacob neste filme e a tua própria transformação pela qual tiveste de passar para interpretar o papel?
Lautner: Sim, tudo bem. Quando eu estava a filmar “Crepúsculo” sabia que a personagem de Jacob mudava muito então se quisesse continuar a retratá-lo correctamente teria muito trabalho pela frente. Então assim que terminei de filmar “Crepúsculo” comecei a ir ao ginásio. Tive um personal trainer. Comecei a comer muita comida, boa comida é claro; proteínas, bons carboidratos, cortar o açúcar. Foi muito trabalho, mas definitivamente valeu a pena.
Kristen, na série “Crepúsculo” o arco da história da Bella realmente começa a desenvolver-se em “Lua Nova”, o segundo livro e filme. Ela torna-se uma protagonista activa. Foi mais difícil te preparares para este papel dessa vez ou o contrário?
Stewart: Não diria que este foi mais difícil que o outro. Este é um filme severamente emocional. Esta é a grande diferença. Este filme não é sobre descobertas ou apaixonar-se o que é uma emoção intensa, mas este é mais calmo e tem pontos altos para ela, também. Ela é uma maníaca depressiva basicamente. Ter uma personagem que tem de ser capaz de sair de uma situação dessas, é uma dificuldade que penso que ultrapassamos. Mas para mim, tipo, não sei. Não houve diferença. Era simplesmente um pouco mais pesado e havia mais no que pensar. É uma personagem mais madura estritamente porque ela é mais velha e tem que lidar com mais coisas.
Vocês podem falar um pouco sobre como as vossas vidas mudaram desde que os vimos aqui verão passado?
Pattinson: Eu não sei. Gostaria de pensar que não mudei muito. Dentro de mim não acho que mudei.Acho que olho muito para baixo. Há algo errado com o meu pescoço [risadas]. Não. É, é meio que extraordinário. Não acho que algum de nós esperass que isto acontecesse e especialmente parece continuar a crescero e crescer, a magnitude desta franquia. O Comic-Con foi o que realmente abriu os nossos olhos e tornou-se simplesmente cada vez maior. É uma coisa interessante para se lidar.
Lautner: Eu acho que outra coisa que mudou para mim e que é um pouco óbvio é que a agenda tornou-se muito, muito cheia fazendo publicidade e trabalhando em outras coisas. É uma loucura. Nenhum de nós previu isso e desde o ano passado tem sido uma jornada para todos nós.
Stewart: Eu cortei meu cabelo.Sim.
O que diriam terem sido os altos e baixos desta experiência toda?
Stewart: Bem, isto é definitivamente um alto. Digo, há apenas algumas imagens do filme que saíram e elas foram recebidas muito bem. Eu estou realmente entusiasmada para as pessoas verem algo disto. É um pouco demais ter tantas pessoas aqui, mas acho que isso é uma coisa boa.
Lautner: É incrível porque esta é nossa oportunidade de vir e agradecer aos nossos fãs por tudo que fizeram e por “Crepúsculo”. Nós podemos abraçá-los de novo. Somos muito agradecidos por eles. Então é incrível vê-los esperando por nós, de novo, um ano depois com a mesma, se não, na verdade definitivamente muito mais de paixão e dedicação. Então é realmente fantástico. Eu estou um pouco nervoso mas é bom.
Pattinson: Eu não sei. Eu ainda acho que é ainda tão novo, para mim, pelo menos. Não posso dizer nada para ser baixo. Vivo uma vida praticamente igual quando não sou reconhecido. Essa não é a pior coisa do mundo.
Com toda a atenção e os paparazzi seguindo-te como consegues fazer algo normal no teu dia a dia?
Pattinson: Eu nunca faço nada normal de qualquer forma. Eu só tenho outras pessoas fazendo por mim agora [risadas].
Como esta imensa abrangência da Team Edward ou Team Jacob encaixa-se nas vossas performances?
Lautner: Acho que é tudo meio que uma loucura sobre esta franquia e é por isso que gostamos tanto e é por isso que os fãs também gostam. Mas é, há definitivamente muitos fãs que estão nas duas equipas separadas. Não sei. Digo, as vezes eu fico um pouco nervoso porque tento superar as expectativas dos fãs e tento representar a Team Jacob da maneira correcta. Não quero desapontá-los então é por isso que trabalhei tão duro não só mentalmente e emocionalmente mas também fisicamente para mudar para este papel porque esse tipo é uma competição grande. Então tive muito trabalho duro.
Como lidam com o facto de que o Robert não está neste filme tanto quando em “Crepúsculo”, o que pode desapontar os fãs?
Stewart: Ele está bastante no filme.
Pattinson: Eles não se vão desapontar. Eu vi um clip que vão passar depois, e tipo, as pessoas vão esquecer imediatamente [?]... “Porque está ela a desperdiçar o nosso tempo?” Se ele não vai embora não podes sentir a sua falta e é sobre isso que o filme fala, esse lugar vazio e obscuro do qual Edward está ausente.
Lautner: Se ele estivesse ausente nós sentiríamos muita a sua falta.
Rob, a experiência de trabalhar com um novo realizador e a vibração no set, foi desta vez com um projecto completamente novo?
Pattinson: Digo, não foi só o realizador que deixou este filme diferente. Foi muito diferente também porque nós sabíamos o tipo de animal com o qual estávamos a lidar. Fui muito mais um coadjuvante neste filme. Comecei três semanas depois das filmagens terem começado e fiz muitas das minhas primeiras cenas com as cenas de aparição. Há muito de mim fazendo talvez uma palavra. Foi na verdade um dos trabalhos mais relaxantes que já fiz. Chris tem uma presença muito pacífica e dei-me muito bem com ele. Tive um trabalho muito calmo durante três meses. Foi óptimo pra mim. Toda a pressão estava no Taylor [risadas].
Taylor, quando vês o trailer pela primeira vez vês a tua transformação, o que se passa na tua cabeça? Tornas-te um fã, tenho certeza.
Lautner: Não sei. Penso que fizeram um óptimo trabalho com a transformação do lobo.Estou animado por haver lobisomens envolvidos agora porque os lobisomens definitivamente aumentam a acção no filme. Há o dobro da acção neste filme do que havia antes e há também uma dinâmica diferente. Agora não é só o romance entre uma humana e um vampiro, mas há o começo de um triangulo amoroso então isso é entusiasmante.
Quanto do filme final viram e qual foi o sentimento depois de verem o que já viram?
Stewart: Vimos apenas os clips que vão mostrar hoje. Vimos esta manhã.
Lautner: Sim, vimos só o que os fãs também viram.
Estão ansiosos para ver o filme final então?
Stewart: Acho que é um tipo diferente de ansiedade, mas sim, definitivamente.
Pattinson: Ele é esteticamente muito diferente. O guião foi muito diferente. É um clima completamente diferente. Então estou interessado em ver como saiu.
Vocês tm uma cena preferida des^te filme que se destaca como favorita para filmar e por quê?
Stewart: Bem, a tua cena favorita acabou por não ser a tua favorita.
Lautner: Oh, certo. Eu tenho muitas cenas favoritas então essa é uma pergunta muito difícil para mim. Gosto muito das cenas de acção que faço porque diverti-me muito com elas. De qualquer forma [risadas], a minha cena original favorita era uma cena muito pequena que pensei que foi simplesmente muito querida.
Stewart: Qual foi?
Lautner: Foi a cena em que te levo até à porta e digo adeus e eu vou lutar na floresta e ela fica preocupada. Está assustada por mim. Achei que foi querido, mas também gosto da cena do rompimento.
Stewart: Sim, essa é minha cena favorita no filme. Nós chamamos de cena do rompimento porque ele basicamente diz-lhe que eles não podem ser mais amigos e ele está a transformar-se. Se tu alguma vez me tratasses assim matava-me.
Lautner: Foi doloroso filmar também porque estava muito frio e estávamos à chuva, chuva forte que veio directo da primavera. É, foi mau.
Rob, tens uma cena ou momento favorito?
Pattinson: Acho que a cena de rompimento foi a minha favorita. Digo, tomara que tenha saído como estando níveis acima do relacionamento de “Crepúsculo”. Foi interessante. Eu tive uma cena com um longo diálogo de tipo cinco páginas. Isso não aconteceu no primeiro e é tanto quanto um momentinho interessante. Ele ultrapassa todos os elementos sobrenaturais da história, também, o que eu achei um tanto interessante.
Por que acham que as pessoas abraçam estas histórias agora, os temas, os personagens, o assunto, a escuridão, o romance?
Stewart: Não sei. Essa é uma pergunta comum que temos todo o tempo.
Lautner: Acho que muitas das personagens são relacionáveis e há tantas diferentes e as pessoas podem relacionar com as diferentes personagens e suas experiências.
Stewart: É como qualquer coisa, como qualquer filme. Podes dizer sobre algo, relacionada com as personagens. Eu digo sempre que é porque é uma narrativa na primeira pessoa e ficas muito dentro da cabeça dela, é como – não sei – estar mais perto de casa. Sentes como se não estivesse a acontecer com outra pessoa.Sentes como se estivesse a acontecer contigo, em partes. O que acham? Chega disto.
Podem dizer sobre o porquê dos adolescentes gostarem tanto de vampiros?
Pattinson: Acho que somos as piores pessoas para perguntarem sobre isso. Não sei, o problema é que quando olhei para isto, nunca olhei como se fosse uma história de vampiros. Quando tentei interpretar, tentei eliminar o elemento vampiresco o máximo que consegui e só via isso como uma ferramenta para fazer o relacionamento deles um pouco mais problemático. Logo depois da audição, encontrei-me bizarramente investido na história e não tinha lido os livros naquela altura. Fui ficando cada vez mais ligado a isso. Tenho falado sobre o guião de ‘Eclipse’ para as pessoas ao longo das últimas semanas e vejo-me muito argumentativo, o que não sou normalmente. Eles definitivamente têm um tipo de poder.
Qual dos livros é o teu preferido como leitor ou como actor e em qual estás mais entusiasmado para trabalhar?
Lautner: O meu livro preferido é “Eclipse”. Estou muito animado, sim, tem muita acção. O nível de acção continua a ser construído nessa série. Então, acho que eu gostei disso, mas também o facto de “Crepúsculo” mostrar o romance entre Edward e Bella e então a amizade entre Bella e Jacob cresce em “Lua Nova”. Mas em “Eclipse” é realmente os três fisicamente juntos e temos que nos unir para tomar uma decisão para tentar sermos amigos para protegê-la. Acho que é como o ponto alto de toda a série onde tem o triângulo amoroso em “Eclipse”. Então, estou animado para continuar.
Stewart: Eu gostei de “Lua Nova” somente nos termos de quanto eu me posso empurrar com a série. Sinto-me como se depois de “Lua Nova” ficasse mais fácil para ela. Ela está muito, muito sólida, contente e feliz. Mas no segundo, ela é um nada, só perdida literalmente. Tive que encontrá-la novamente. Mas sim, o segundo, com certeza.
Pattinson: Acho que “Lua Nova” era meu livro preferido também, principalmente porque gosto da justaposição de todas as pessoas sendo súbitas... É uma personagem tão promovida, Edward, e tem tantas pessoas que olham para ele como um herói romântico. Em “Lua Nova”, na forma como li, ele é muito humilhado. É uma personagem que olha para Bella e pensa que ele a ama tanto que não pode estar por perto. Ele deliberadamente termina o relacionamento que, penso ser uma coisa relativa, e acho que deve ser muito doloroso. Sim, a sequência de luta do final, Bella acaba por salvar Edward como ela faz em todos os livros. Então, é muito engraçado como as pessoas olham para Edward como um herói e ele é salvo constantemente por uma donzela em perigo. Acho que ele realmente percebe isso em “Lua Nova”. “Eclipse” é basicamente ele a tentar alcançar Jacob, porque está tão fora do contexto que não pode falar mais em superlativos. Ele aceitou ser quem ele é e precisa alcançar Jacob. Então, sempre gostei de “Lua Nova”.
Cada um de vocês pode dizer uma pergunta de “Crepúsculo” que nunca querem ter que responder novamente?
Pattinson: Como é beijar Taylor Lautner.
Lautner: Para rosnar. Na verdade, quem pergunta mais isso são os fãs. Eles pedem-me para rosnar para eles e eu realmente não gosto disso (risadas). Então, isso é para os fãs. Por favor, não me peçam para rosnar. Esperem pelo filme.
Stewart: Vocês podem-me perguntar tudo o que quiserem
Robert, devemos esperar para ouvir mais uma das tuas músicas neste filme? Leste “Midnight Sun”, o livro que conta a história do livro pela perspectiva de Edward?
Pattinson: Sim. Era mais em relação a “Crepúsculo”. Foi literalmente a história inteira de “Crepúsculo” só que no ponto de vista do Edward. Não procurei muito fazer isso para “Lua Nova”, porque por qualquer razão consegui-me ligar muito mais para “Lua Nova” do que para “Crepúsculo”. Mas poderia ligar a isso. Não acho que usei muito daquilo. Penso que meio que foi colocado lá.
E alguma contribuição musical tua em “Lua Nova”?
Pattinson: Não.
Fonte e Adaptação: Twilight Portugal



























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